quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Mãe Carmen de Oxalá é nova Coordenadora da Comissão Acompanhamento da pesquisa socioeconômica e cultural das comunidades tradicionais de terreiros, no sul do país

Mãe Carmen de Oxalá  é a nova coordenadora da Comissão de Acompanhamento da Pesquisa Socioeconômica e Cultural das Comunidades Tradicionais de Terreiros fotos 10 079. Na reunião final do mapeamento do Axé, Mãe Carmen de Oxalá, por aclamação tomou posse como coordenadora da Comissão , que foi  um dos critérios da metodologia para a realização do inventário de terreiros no Rio Grande do Sul.
A pesquisa foi executada pela Associação Filmes de Quintal, a solicitação foi o MDS,Ministéio do Desenvolvimento Social, Fundação Cultural Palmares, SEPIR - Secretaria Especial de Politicas para a Igualdade Racial e UNESCO.
Conhecendo-se a história de luta de Mãe Carmen de Oxalá, a escolha não poderia ser melhor. Filha biológica e sucessora de Mãe Quina de Yemanjá  no terreiro tradicional ASSOBECATY- Associação Beneficente Cultural Africana Templo de Yemanjá,  ela vem travando uma batalha há 3 anos , com o poder público do Municipio de Guaiba, pelo restauro da Gruta de Oxum da Praia da Alegria  e a Praça na Pedra de Xangô, processo que delata o descaso e ação intolerante com o sentimento de pertencimento dos  religiosos de matriz africana  sobre os Patrimônio Imaterial.
Parabéns a Mãe Carmen de Oxalá  muito axé em mais essa luta .

  localizaçâo da PEDRA DE XANGÕ Patrimônio Material

AV.  Brasil esquina Rui Barbosa - Praia da Alegria - GUAÍBA RS - BRASIL

quarta-feira, 29 de abril de 2009

PATRIMÔNIO IMATERIAL

A sociedade Guaíbense tem duas áreas conhecidas como património imaterial, Gruta de Mãe Oxum e Pedra de Xango, essas áreas foram demarcada na década de 70, por Mãe Dálila de Odé. O tempo passou Mãe Dalila morreu e os monumentos ficaram em total abandono. no ano passado a ASSOBECATY, entendeu que estava sendo contrario o que está inscrito na constituição federal , em cima do artigo 216 a lei 4717 que diz que quando um cidadão identifica que o poder público não esta preservando o patrimonio, a comunidade pode tomar medidas legais. A representante legal da entidade, no mês de Agosto de 2008 retirou a santa da gruta registrou denúncia ao ministério público . Hoje a situação está tranquila pois começam as negociações para a resolução do impasse. ASsobecaty apresenta uma sugestão, para suscitar o debate despertando o interesse da comunidade em torno da históra desse espaços a exemplo que nos apresenta Foucalt quando diz que "A sociedade precisa da história como instumrnto para encontrar significado que não lhe é mais inteligível.
Como convidados para dar um parecer sobre a questão a Professosra e arquiteta Patricia Nerbas , especialista em arquitetura ambiental, Secretária de turísmo e cultura da cidade de Guaíba, Mâe Carmen de Oxalá diretora da Assobecaty, estudante de psicologia, e representante do instituto de patrimônio imaterial IFHAN.
Sem mais para o momento fico no aguardo obrigado Carmen Oliveira
24/4/2009 - Reelise Encaminhado para Folha Guaibense
____________________________________________________________________________________ A reunião com Ministério Público, teve o caráter de esclarecimeno sobre a questão da Gruta de Mãe Oxum e a Pedra de Pai Xango, ambas localizadas no Balneario Alegria, no municipio de Guaíba, a ASSOBECATY, onde Mãe Carmen de Oxala é fiél depositária da imagem de Mãe Oxum. A mesma relatou que a nova gestão municipal esta sensivel a questão, até o momento vem apresentando interesse em resolver o problema da melhor maneira possível, da mesma forma a Yalorixá apresentou duas possibilidade para a resolução do impasse, a primeira seria a realização de uma audiência Pública e a outra seria a intalação de um processo de estudo através de uma pesquisa ação. O Dr. Valter após ouvir os relatos, sugeriu que seja realizada primeiramente o estudo e a audiência pública spara que seja apreseentado os resultados da pesquisa para toda a comunidade interessada.
20/5/2009
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domingo, 28 de setembro de 2008

1º Alujá na Pedra de Xangô

O   tema  Pedra de Xango  estava ausente da  vida cotidiana  dos guiabenses. Nas poucas vezes em que o assunto era tratado em  espaços políticos  e religiosos, com frequência a abordagem apresentava o assunto  como algo distante no espaço e no tempo, que pouco tem a ver com a história e a cultura da cidade. Foi a partir dessa constatação que a Comissão Permanete da Semana Municipal da Umbanda e das Religiões de Matriz Africana, tomaram a iniciativa de retomar a discussão e a apropriação do território imaterial. A memória estava apagada. apartir do semináro Meio Ambiente de Religião de Matriz Africana , em 2007 que os religiosos de forma organizada, formando um coletivo que pretende levar a situação ao tombamento, é neste espaço que ocorreu o 1º Alujá na Pedra de Xangô.
Na foto, Everton de Ogum, Pai Luis Carlos de Oxum, Mãe Viviane de Ogum, MãE Carmen de Oxalá, Mãe Lésia de Oiá, Edinara de Xangô, Amauri de Ogum e Pai Roni de Ogum.
 
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